P'lo o eu do território a 
hoje estou com um mau pressentimento
P'lo o eu do território a 28.1.05
sim ... mais um teste ... que descobri enquanto passeava por aqui
You are a Ragdoll!
You are known for your laid back attitude.
You are the ultimate in low-maintenance.
You'd rather hang out around the house all day than seek adventure.
P'lo o eu do território a 
mais um teste!
este deu que sou uma obsessiva compulsiva moderada ...
serei?
não sei ...
"Obsessive-Compulsive
Obsessive-Compulsive personality disorder is similar to obsessive-compulsive anxiety disorder. People with this disorder are overly focused on orderliness and perfection. Their need to do everything "right" often interferes with their productivity. They tend to get caught up in the details and miss the bigger picture. They set unreasonably high standards for themselves and others, and tend to be very critical of others when they do not live up to these high standards. They avoid working in teams, believing others to be too careless or incompetent. They avoid making decisions because they fear making mistakes and are rarely generous with their time or money. They often have difficulty expressing emotion."
P'lo o eu do território a 
quando vi este desenho lembrei-me das máscaras usadas na ópera chinesa antes da revolução cultural de Mao Tsé Tung
P'lo o eu do território a 
no outro dia estava a comentar os desenhos que aqui tinha colocado e lembrei-me dos desenhitos que fazia enquanto assistia às aulas na universidade ... acho que vou fazer um apanhado ... porquê? ... porque sim ... ou porque não? ... essencialmente porque são dum tempo que não volta mais ...
P'lo o eu do território a 23.1.05
aqui fica a notícia da tsf online:
"Segundo as previsões do Instituto de Meteorologia, as temperaturas vão baixar acentuadamente a partir de segunda-feira no território continental português, devido à influência de uma massa de ar muito frio, de origem polar.
O tempo frio deverá manter-se até quinta-feira (inclusive), prevendo-se que as temperaturas do ar atinjam os valores mais baixos quarta e quinta-feira.
A temperatura mínima poderá atingir valores entre menos sete e menos 10 graus nos locais mais elevados, «prevendo-se mesmo valores abaixo de zero nas regiões próximas do litoral», avançou o Instituto de Meteorologia.
Já a temperatura máxima não deverá ultrapassar os cinco graus nas regiões do interior Norte e Centro e no restante território 10 graus. Em todo o continente haverá formação de gelo e geada."
P'lo o eu do território a 18.1.05
tenho andado um pouco afastadas das últimas notícias da politiquice deste país ... no entanto tenho andado a pular de blogue em blogue para ver o que se passa no mundo bloguístico e dos que tenho prestado mais atenção tenho colocado nos meus links ....
há quem "casque" a direita, há quem "casque" a esquerda e há quem "casque" tudo e todos ... é à escolha do freguês ... mas o certo é que vou buscando aqui e ali retalhos do quão mal vai este país ... não há rotas definidas, rumos a seguir nem ideiais a cumprir .... mandam-se umas bocas para o ar (como li por aí algures) e andam todos a dizer o mesmo ...
onde foi parar a "minha" querida esquerda?? anda esquecida .... enterrada ainda não está ... que o Soares ainda não morreu ...
P'lo o eu do território a 
andava eu atarefada a dar conta dos coments que pululavam este fantástico blogue ... cof ... cof ... quando me deparei com a canção do beijinho do malogrado Carlos Paião que a rena me deixou em coment no post "silêncio e tanta gente" ... mas como acho que esta canção é linda e merece lugar de destaque por tudo isso e muito mais dedico-lhe também esta canção ... aqui vai:
"Ai rapariga, rapariga, rapariga
Que só dizes disparates, disparates, disparates
E tanta asneira, tanta asneira, tanta asneira
Que para tirar tanta asneira não chegam 100 alicates
Mas tu não sabes, tu não sabes, tu não sabes
Que isso de dar um beijinho já é um custume antigo
Quem te disse, quem te disse, quem te disse
Que lá por dares um beijinho tinhas de casar comigo.
- Ó chega cá.
- Não vou.
- Tu és tão linda.
- Pois sou.
- Dá-me um beijinho.
- Não dou.
Interesseira, convencida, ignorante, foragida, sua burra,
És a miúda mais palerma, camelóide que eu já vi
Mas porque raio é que tu queres os beijinhos só para ti.
Ora dá cá um e a seguir dá outro
Depois dá mais um que só dois é pouco
Ai eu gosto tanto e é tão docinho
E no entretanto dá mais um beijinho.
Ora dá cá um e a seguir dá outro
Depois dá mais um que só dois é pouco
Ai eu gosto tanto e é tão docinho
E no entretanto dá mais um beijinho.
Ai rapariga, rapariga, rapariga
Dás-me cabo do miolo para te levar com cantigas
Ai mas que coisa, mas que coisa, mas que coisa
Diz lá porque é que tu não és como as outras raparigas
Quando eu pergunto se elas me dão um beijinho
Dão- me tantos, tantos, tantos que parecem não ter fim
E tu agora estás com tanta esquisitice
Que qualquer dia já queres e não sabes mais de mim.
- Dás ou não dás?
- Não, não.
- Então dou eu.
- Isso não
- Dá-me um beijinho.
- Não dou não.
Diz lá porquê, sua esganada, egoísta, mal-criada
Sua parva, só se pensas que eu acaso tenho a barba mal cortada
E vê lá se tens receio que a boca fique arranhada.
Ora dá cá um e a seguir dá outro
Depois dá mais um que só dois é pouco
Ai eu gosto tanto e é tão docinho
E no entretanto dá mais um beijinho.
Ora dá cá um e a seguir dá outro
Depois dá mais um que só dois é pouco
Ai eu gosto tanto e é tão docinho
E no entretanto dá mais um beijinho.
- Então vá lá.
- Já disse.
- Eu faço força.
- Que parvoíce
- Dá-me um beijinho.
- Que chatice.
Analfarruta, pestilenta, hipocondriaca, avarenta, bexigosa
Vou comprar um dicionário que só tenha nomes feios
Que é para eu tos chamar todos até tu teres os ouvidos cheios.
Ora dá cá um e a seguir dá outro
Depois dá mais um que só dois é pouco
Ai eu gosto tanto e é tão docinho
E no entretanto dá mais um beijinho.
Ora dá cá um e a seguir dá outro
Depois dá mais um que só dois é pouco
Ai eu gosto tanto e é tão docinho
E no entretanto dá mais um beijinho."
P'lo o eu do território a 
a grande verdade é que embora exista uma lei que atribui direitos iguais a mulheres e a homens esta não é cumprida e é camuflada com actos tais como os que foram descritos no post abaixo.
basta o facto de uma mulher poder ter um filho para ser logo discriminada ... e ainda anda aí tanto homem roído de inveja pelos 4 meses de baixa de parto (estúpidos) ... digo eu que mais vale ter as mesmas oportunidades de subir na carreira e de ser reconhecida do que ter 4 meses de baixa de parto ...
mas se em vez dos 4 meses de baixa de parto de podesse fazer um acompanhamento do filho até ter idade de entrar uma pré-primária não seria melhor?
existir um sistema de apoio à familia tal como já existe nos países da europa do norte talvez fosse um bom começo para deixar de haver tanta discriminação ...
P'lo o eu do território a 
"Mulheres
O último congresso do PSD, ecoou na sala um coro burgesso de assobios quando Elena Liatchechenko, presidente da associação russófona que tinha acabado de aderir ao partido, subiu ao palco. Novos militantes eram vários, mas só Elena usava mini-saia. A mini-saia tem 40 anos. As nossas mães usavam mini-saia. A mini-saia quase nunca saiu de moda. Hoje, a mini-saia não causa espanto nas universidades nem nas redacções dos jornais. Mas, na política, ainda é um sério risco. Uma prosaica mini-saia sujeita a sua dona à alarvidade da misoginia dominante.
A história da mini-saia de Elena tem uma moral: à excepção das excepções que há sempre a registar, uma mulher que entre na política sujeita-se quase sempre à alarvidade da misoginia dominante. A alarvidade da misoginia dominante toma variadas formas, e esta semana teve um momento alto quando o deputado socialista José Magalhães, perante a recusa (injustificável) da ministra da Educação Maria do Carmo Seabra em comparecer no Parlamento por causa do relatório sobre a colocação de professores, afirmou que "isto não é o cabeleireiro". Esta reacção de José Magalhães é apenas uma variação da pergunta que um professor de Coimbra fazia às alunas que se entaramelavam nas aulas: "Por que não vai para casa coser meias?". Mas estávamos nos anos 60.
É a alarvidade da misoginia dominante que afasta a deputada Sónia Fertuzinhos, presidente das Mulheres Socialistas, dos lugares elegíveis das listas. Sónia Fertuzinhos destacou-se pelo seu trabalho enquanto parlamentar e, nomeadamente, no combate pela despenalização do aborto. A sua concelhia, Guimarães, não a indicou e Sócrates não a segurou. Se Sónia Fertuzinhos tivesse sido vetada por Guimarães e, no seu lugar, tivesse sido indicada outra mulher, menos habilitada, a polémica seria grande. Levantar-se-iam vozes para acusar essa outra mulher de "protegida" ou, quiçá, na penumbra dos cafés, de "amante" de alguém influente na concelhia. Infelizmente para Sónia Fertuzinhos, não há hipótese de grande burburinho interno: a concelhia de Guimarães indicou em vez dela Miguel Laranjeiro, que tem como único currículo político o facto de ter sido assessor de imprensa de António Guterres durante os tempos de Governo. Aí, evidentemente, não há razões para polémicas. Homem é homem, um protegido macho causa sempre menos "frisson" que um protegido fêmea. De resto, parece ser do presidente da distrital do PS de Coimbra uma das frases da semana: "Há mulheres a mais nas listas".
Penso que ainda não há estudos que nos ajudem a compreender porque é que, depois da queda de bastiões como as universidades, a comunicação social e os hospitais, a política continua a ser um dos últimos redutos ferozmente masculinos e onde sobressai com mais evidência a alarvidade da misoginia dominante. Entre dezenas e dezenas de deputados incompetentes e incapazes de que me lembro do Parlamento, nunca vi nenhum ser contestado - em surdina, mas com violência - como aquelas de quem se dizia serem "amantes" deste ou daquele, enquanto o puro e simples aparelhismo quando apenas dirigido aos homens era alegremente tolerado. O escrutínio relativamente à competência de uma mulher na política continua a ser implacável e incomparavelmente maior àquele que se faz a um homem (e muitas vezes nem se faz). A pergunta mais constante dentro dos poderosos aparelhos partidários masculinos, relativamente à nomeação de uma mulher para as listas, é apenas uma: "Cherchez l'homme"
Matilde Sousa Franco até pode vir a ser uma excelente deputada, acima da média - na sua vida profissional, foi uma competente conservadora de museu. Mas quem a alarvidade da misoginia dominante convida para as listas é a viúva de Sousa Franco. O PS nunca deu lições a ninguém nesta matéria e olhará sempre mais depressa para Teresa Alegre Portugal como "irmã de Manuel Alegre" do que como uma personalidade que tem uma carreira política autónoma que vem desde antes do 25 de Abril."
Ana Sá Lopes - Público
Domingo, 09 de Janeiro de 2005
P'lo o eu do território a 3.1.05
um agradável passeio de fim de domingo
P'lo o eu do território a 
a minha prenda de natal ...