o território e eu



uma prenda do bloggay



























o que ouço






gadgets



andava eu à procura de areia para a casa de banho da nookie quando me deparei com esta maravilha




e depois ainda encontrei esta que também não está nada mal




e para quando a nookie ficar com sede... voilá uma fonte inesgotável





o que ouço






lide doméstica sucks



a desarrumação




mais desarrumação



a salvação



a arrumação!



e ainda falta mudar a roupa da cama, aspirar, sacudir tapetes...


expo 2005 aichi - japão



começou a expo 2005.


bem longe de nós.

acho que estavam com medo que os agentes da restauração nacional invadissem de novo uma expo!

aqui fica o site da expo 2005


o choro



andava eu a visitar umas páginas sobre gatos quando me deparei com
a estória dum gatinho chamado eco.
já tinha lido a
estória do cherrie manuel que me tinha deixado com o nó na garganta... mas quando li a estória do eco chorei que nem uma maria madalena.
e só me lembrei da nookie e do que lhe poderia ter acontecido se o JM não a tivesse trazido cá para casa.


acho que nunca contei aqui a estória da nookie, por isso aqui vai:


era uma vez uma familia de gatos (abandonados, presume-se) que estava num terreno do JM, que assim que descobriu aquela familia passou a ir semanalmente visitá-los e levar-lhes paparoca.
até que um dia o JM reparou que a mãe gata nunca mais aparecia, e depois um gatito que também deixou de aparecer.
tinham ficado só a nookie e um mano.
soube-se entretanto que o mano da nookie também desapareceu - foram todos envevenados - e o JM perguntou-nos se não queriamos ficar com um gatito, pois ele que já tinha uma gata (muito ciumenta por sinal) não podia ficar com aquele pobre animal.
assim que o meu pai me deu aquela noticia eu fiquei logo aos pulinhos - havia já algum tempo que a luka tinha morrido atropelada e não havia almas felinas nesta casa.
e lá veio o gatito (contra a vontade da minha mãe).
afinal o gatito era uma nookie ronronante dentro de um cesto de verga.
a coisita mais ronronante que eu já conheci.
o resto da estória é muito amor e carinho, muitas turras, marradinhas, ronrons e mergulhos para me deixar sempre com um sorriso nos lábios!


colagens




das minhas lomos preferidas



no japanese album moleskine


eu sou um rochedo



:: I Am a Rock ::

.. Simon & Garfunkel ..

A winter’s day
In a deep and dark december;
I am alone,
Gazing from my window to the streets below
On a freshly fallen silent shroud of snow.
I am a rock,
I am an island.
I’ve built walls,
A fortress deep and mighty,
That none may penetrate.
I have no need of friendship; friendship causes pain.
It’s laughter and it’s loving I disdain.
I am a rock,
I am an island.

Don’t talk of love,
But I’ve heard the words before;
It’s sleeping in my memory.
I won’t disturb the slumber of feelings that have died.
If I never loved I never would have cried.
I am a rock,
I am an island.

I have my books
And my poetry to protect me;
I am shielded in my armor,
Hiding in my room, safe within my womb.
I touch no one and no one touches me.
I am a rock,
I am an island.

And a rock feels no pain;
And an island never cries.


eu






o meu novo corte de cabelo




umas fotos



muito manhosas



tiradas com a webcam




17.03.2005 - 23h20 Lusa


O Governo recusa baixar os impostos, por considerar que "a consolidação orçamental não está feita", e assume dez objectivos para consolidar as contas públicas nos próximos quatro anos.

Segundo o Programa de Governo, hoje apresentado, o Executivo “recusa as propostas irresponsáveis de baixa de impostos, que não só comprometeriam o combate ao défice como agravariam a degradação do funcionamento de serviços essenciais do Estado".

Em alternativa, o Governo estipula dez objectivos para a consolidação das contas públicas, os quais deverão ser alcançados de forma faseada. Para os primeiros 180 dias são apresentadas três propostas, uma das quais é a aprovação de um programa plurianual de redução da despesa corrente em percentagem do PIB.

Em segundo lugar, o Governo compromete-se a simplificar os regimes de incentivos e benefícios fiscais. A terceira medida a ser aplicada até Setembro é a adaptação de um regime igual às melhores práticas europeias no combate à evasão e fraude fiscal, nomeadamente em matéria de sigilo bancário para efeitos fiscais.

Nos seus primeiros doze meses de vida, o Governo tem ainda agendada a implantação de um novo modelo de avaliação do investimento público.

Até ao fim de 2006, o Executivo compromete-se a promover a “simplificação, equidade, transparência e estabilidade do quadro fiscal”, bem como a adopção de novos procedimentos no processo orçamental.

A apresentação de um défice público que respeite o pacto de estabilidade e crescimento, sem necessidade de recurso sistemático a receitas extraordinárias (objectivo a atingir até ao final da legislatura) é outro dos objectivos, classificado no documento hoje apresentado como "um grande desígnio" governamental.

O Executivo realça nesta área a importância da transparência das contas públicas, adiantando que a falta desta e "o recurso em grande escala a expedientes contabilísticos" têm afectado a credibilidade do Estado português junto das instituições europeias.

Em consequência desta vontade, o Governo assume ainda o compromisso de alterar os procedimentos de apuramento das contas públicas, com o objectivo proclamado de "impedir que no futuro surjam sistematicamente dúvidas sobre a sua qualidade técnica e imparcialidade".

A estabilização do rácio da dívida pública e um empenho activo na revisão do pacto de estabilidade são os outros dois compromissos manifestados pelo Programa do XVII Governo Constitucional.

aqui fica na intergra o programa do XVII governo constitucional


hummin' to myself


:: Hummin' To Myself ::
.. Linda Ronstadt ..

I'm a singer of love songs
Songs that are happy and gay
But how can I sing my love songs
My lover's gone away

I got the words
I got the tune
I've been rehearsing under the moon
But I got nobody to hear my song
So I'm hummin' to myself

I've got the place
I've got the time
I've got a lot of love words that rhyme
But I got nobody to hear my song
So I'm hummin' to myself

mmm mmm
I guess it just had to be
mmm mmm
Won't someone listen to me

I got the words and I got the tune
I'd like to croon it under the moon
But I got nobody to hear my song
So I'm hummin' to myself

Well I got the words and I got the tune
And I'd like to croon it under the moon
But I got nobody to hear my song
So I'm hummin' to myself
Mm, hummin' to myself
Well I'm hummin' to myself
I'm hummin' to myself


uma gata psicadélica




mais uma tira do garfield





os bárbaros somos nós



roubado na íntegra
daqui

"Um email com piada

Uma pessoa amiga, um tanto quanto a meter-se comigo, porque ando aí a escrever umas coisas sobre os países nórdicos enviou-me este email (cujo autor se desconhece) que merece ser lido. Pode não ser tudo assim tão rosa e, neste caso, até se trata de um país bem conservador.

Eis o dito:

Na Noruega, o horário de trabalho começa cedo (às 8 horas) e acaba cedo (às 15.30). As mães e os pais noruegueses têm uma parte significativa dos seus dias para serem pais, para proporcionar aos filhos algo mais do que um serão de televisão ou videojogos. Têm um ano de licença de maternidade e nunca ouviram falar de despedimentos por gravidez. A riqueza que produzem nos seus trabalhos garante-lhes o maior nível salarial da Europa. Que é também, desculpem-me os menos sensíveis ao argumento, o mais igualitário.
Todos descontam um IRS limpo e transparente que não é depois desbaratado em rotundas e estatuária kitsh, nem em auto-estradas (só têm 200 quilómetros dessas «alavancas de progresso»), nem em Expos e Euros. É tempo de os empresários portugueses constatarem que, na Noruega, a fuga ao fisco não é uma «vantagem competitiva». Ali, o cruzamento de dados «devassa» as contas bancárias, as apólices de seguros, as propriedades móveis e imóveis e as «ofertas» de património a familiares que, em Portugal, país de gentes inventivas, garantem anonimato aos crimes e «confundem» os poucos olhos que se dedicam ao combate à fraude económica. Mais do que os costumeiros «bons negócios», deviam os empresários portugueses pôr os olhos naquilo que a Noruega tem para nos ensinar. E, já agora, os políticos. Numa crónica inspirada, o correspondente da TSF naquele país, afiança que os ministros não se medem pelas gravatas, nem pela alta cilindrada das suas frotas. Pelo contrário, andam de metro, e não se ofendem quando os tratam por tu.

Aqui, cada ministério faz uso de dezenas de carros topo de gama, com vidros fumados para não dar lastro às ideias de transparência dos cidadãos. Os ministros portugueses fazem-se preceder de batedores motorizados, poluem o ambiente, dão maus exemplos e gastam a rodos o dinheiro que escasseia para assuntos verdadeiramente importantes. Mais: os noruegueses sabem que não se «projecta o nome do país» com despesismos faraónicos, basta ser-se sensato e fazer da gestão das contas públicas um exercício de ética e responsabilidade. Arafat e Rabin assinaram um tratado de paz em Oslo. E, que se saiba, não foi preciso desbaratarem milhões de contos para que o nome da capital norueguesa corresse mundo por uma boa causa. Até os clubes de futebol noruegueses, que pedem meças aos seus congéneres lusos em competições internacionais, nunca precisaram de pagar aos seus jogadores 400 salários mínimos por mês para que estes joguem à bola. Nas gélidas terras dos vikings conheci empresários portugueses que ali montaram negócios florescentes. Um deles, isolado numa ilha acima do círculo polar Árctico, deixava elogios rasgados à «social-democracia nórdica». Ao tempo para viver e à segurança social.

Ali, naquele país, também há patos-bravos. Mas para os vermos precisamos de apontar binóculos para o céu. Não andam de jipe e óculos escuros. Não clamam por messias nem por prebendas. Não se queixam do «excessivo peso do Estado», para depois exigirem isenções e subsídios.

É tempo de aprendermos que os bárbaros somos nós. Seria meio caminho andado para nos civilizarmos."

por Joao Abel de Freitas


O PS e as mulheres: velhas amarras



roubado daqui


"O PS e as mulheres: velhas amarras

A 15 de Janeiro introduzi no CAUSA NOSSA um texto cifrado (às cruzinhas), "Novas fronteiras e as mulheres". Com a nota de que, depois das eleições, poderia decifrar... Confesso que esperei que não viesse a ser preciso. Mas é. Lamentavelmente é. E, por isso, aqui vai:
Fiquei chocada com o número e o posicionamento das mulheres nas listas eleitorais do PS. E alarmada com o facto de várias terem sido incluídas por conveniência instrumental (preencher a quota estatutária de 33%) e por critérios alheios a competências ou especial activismo partidário ou outro.
Chocou-me particularmente o tratamento dado a Sónia Fertuzinhos, eleita pelas militantes do PS (e mais de 4.000 socialistas participaram em 2003 nessas eleições) para presidir ao seu Departamento de Mulheres. Ela é inteligente, progressista, competente, trabalhadora, dedicada ao Partido, tem invulgares e demonstradas qualidades de liderança e capacidade de iniciativa, bom-senso, experiência como deputada, sólida preparação académica, é jovem, mãe de filhos pequenos, sabe comunicar (e em várias línguas) - enfim, a "dream female young leader" que qualquer Partido socialista ou social-democrata por essa Europa fora se pelaria por exibir. Mas no PS português prevaleceu o machismo anacrónico que, por um qualquer pretexto, excluiu das listas a Presidente eleita do Departamento de Mulheres.
Caberia ao Secretário-Geral do PS - de quem se espera modernidade, liderança estratégica e autoridade corajosa - arbitrar e colocá-la em lugar cimeiro (afinal de contas, que outro dirigente do PS foi democraticamente eleito com mais votos, depois do próprio Secretário-Geral?). E o Secretário-Geral arbitrou - deixando-a em 12º lugar na lista distrital de Braga. Arbitrou mal.
Várias vozes, de homens e mulheres, de dentro e da orla do PS, criticaram publicamente. Eu, com muito custo, calei-me (ficaram-me as cruzinhas como bóia de salvação...). Deliberadamente. Para não prejudicar a campanha eleitoral do PS. Para que ninguém me acusasse de prejudicar as possibilidades eleitorais do PS.
Mas não me calei dentro do Partido. Porque senti a responsabilidade militante de protestar para que o erro fosse corrigido. Não me movia - não me move - qualquer interesse pessoal: não fui, não sou, nem serei candidata a nenhum cargo governamental ou outro de âmbito partidário, incluindo os lugares abertos na delegação ao PE pela saída de António Costa. Só me interessa desempenhar o mandato de deputada europeia para que fui eleita. E justamente pelas responsabilidades que assumi perante os eleitores, entendi não dever calar-me junto dos dirigentes do PS.
Fiz mesmo uso da lealdade e franqueza que prometi a José Sócrates no Congresso em que foi eleito Secretário-Geral do PS: no dia 9 de Janeiro, na abertura das "Novas Fronteiras" no Porto, fui dizer-lhe que a composição das listas no que respeitava a mulheres e o tratamento dado a Sónia Fertuzinhos, em particular, me desgostavam, porque não revelavam nenhuma modernidade, nem sintonia europeísta, nem progressismo, nem "novas fronteiras" nenhumas. Referi o exemplo de Zapatero e frisei as suas especiais responsabilidades como Secretário-Geral - este era um teste à qualidade da sua liderança. Apreciei como dominou o "animal feroz" que lhe luziu no olhar ...
Entretanto, o PS ganhou por maioria absoluta - e José Sócrates tem a seu crédito boa parte do mérito por isso (goste-se ou não do estilo e substância da campanha que encabeçou). Julguei que não desperdiçaria a oportunidade de compensar o mau-passo político quanto à composição das listas, com um elenco governamental mais equilibrado em mulheres (competentes, evidentemente) - ao menos respeitando a quota partidária (como sugeriu quando veio ao Grupo do Partido Socialista Europeu, em Bruxelas, durante a campanha eleitoral, respondendo a perguntas de uma deputada alemã).
Enganei-me: Ministras são apenas 2 - 12,5 %. Espero que com as Secretarias de Estado, ainda a anunciar a esta hora, a percentagem de mulheres no Governo suba substancialmente. Para que, ao menos, o governo socialista não fique atrás dos governos de direita de Durão Barroso - que, de Bruxelas, não perdeu já a oportunidade de esfregar mais um pano encharcado na cara do PS, a este respeito.
No Parlamento Europeu inúmeros colegas - homens e mulheres - interpelam a delegação portuguesa, incrédulos, desapontados, confusos "Como é possível? E ainda por cima com o PSOE ali ao lado a mostrar o caminho?!".
O que se responde? Que Portugal e o PS estão nas mãos de dirigentes que não compreendem os desafios da modernidade e da globalização? que não compreendem sequer o que é o país hoje?
Enfim. Uma vergonha para Portugal e para o PS! E uma ofensa para as mulheres portuguesas. E sobretudo para as numerosas mulheres capazes e experientes, que, por todo o país, o PS conta como valiosos quadros e como apoiantes em todos os sectores profissionais, sociais, académicos e autárquicos.
Que governação PS iremos afinal ter: Novas fronteiras? Ou velhas amarras?"

por Ana Gomes


o verdadeiro clube do bolinha



Nove dirigentes do PS entre 35 secretários de Estado
A lista foi divulgada menos de 24 horas depois da tomada de posse do Governo. Foram conhecidos os nomes que acompanham Freitas do Amaral na pasta dos Negócios Estrangeiros e os secretários dos restantes 15 ministérios.

eu contei-as... há 6 mulheres nos ministérios, duas das quais são ministras... onde está a paridade??


o que se ouve





algo que tinha descoberto há já algum tempo...
e que voltei a reencontrar graças ao P. S.


dia internacional da MULHER


O QUE SE PRETENDE COM A CELEBRAÇÃO DESTE DIA

Pretende-se chamar a atenção para o papel e a dignidade da mulher e levar a uma tomada de consciência do valor da pessoa, perceber o seu papel na sociedade, contestar e rever preconceitos e limitações que vêm sendo impostos à mulher.
in eselx.ipl.pt

As mulheres lideram o desemprego na União Europeia. Também ocupam a maioria dos empregos precários e ganham menos que os homens, revela um relatório da eurodeputada comunista Ilda Figueiredo, que o Parlamento Europeu vota quarta-feira.
in TSF Online


mar adentro depois de visto


finalmente lá fui ver...



e que bonito que está o filme... aquela banda sonora está tãoooo que se sente arrepios ao ouvi-la... toda a parte plástica do fime... aquelas paisagens da galiza enchem o olho...



e aqui fica... descubram as diferenças entre o actor e o original (que actor fabuloso que é o javier bardem)



em relação à temática do filme... talvez daqui a algum tempo a comente... visto que a temática da morte assistida este ano ganhou os óscares...


feist


no lado mais suave da rádio (98.1 fm) tenho andado a ouvir feist...



com concerto marcado para Portugal a 4 de Maio, no Hard Club (em Gaia) e a 5 de maio no Fórum Lisboa...



ao qual não vou poder ir... paciência, é a vida!


aqui vou ser feliz





ou a tentativa de decorar uma casa cat friendly...



talvez até ao final do ano me consiga mudar... o andar lá anda devagarito... alguns prédios da cooperativa já estão prontos (e já habitados, acho)...



e o meu lá vai indo... agora estão a forrar a parte de fora... por dentro ainda não sei... falta também escolher os móveis da cozinha (de entre três) e nunca mais dizem nada...

ps1: não, não estou a pensar ir ao tal banco que tem um anúncio parecido com a minha posta!!
ps2: as fotos não correspondem à planta da casa porque fomos visitar um andar modelo (T3) e o meu é T2.


uma pessoa ...



uma pessoa parou ao pé de mim. disse boa tarde e de seguida entregou-me um panfleto - qualquer coisa sobre livros - e depois seguiu o seu caminho e continuou a colocar panfletos nos párabrisas dos carros que me rodeavam. não sei se entregou o panfleto em mão só a mim. se calhar sentia-se só e precisava que alguém lhe dissesse BOA TARDE!


estou ...



estou aqui sentada... sozinha... a olhar as pessoas que passam.
o sol está a ir-se embora... sinto uma urgência... tenho de ir atrás dele...
mas uma nuvem quer ficar com ele... e eu vou deixar...
não posso fazer nada...
o sol está muito longe... e a nuvem é muito grande.
assim vou ficar com frio... com frio no corpo e na alma.
e as pessoas continuam a passar.


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