o território e eu



sextos sentidos


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Dás-me vontade

Dás-me o ouvido
De arrancar músicas ao ar


Na tempestade
Madeira e vidro
Saberão como não quebrar


As chamas trinco
No gelo ardido
São formas muitas de te amar


Depois dos cinco
O sexto sentido
Saberá tudo entrelaçar
É por tudo o que em nós corre
Que se vive e que se morre

Meu sangue sinto
Que à terra desce
E o teu corpo o seu lugar

Dentro do instinto
Tudo o que cresce
É forma boa de se amar
É por tudo o que em nós corre
Que se vive e que se morre

Eu toco, eu fujo, eu volto, eu passo
Giro nos meus seis sentidos
Eu desço à terra e subo ao espaço
Agarrado aos seis sentidos


Silence 4/Sérgio Godinho


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